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infinitos brancos de um confinamento sem fim

instalação produzida no decorrer de 2020. Impossibilitada de capturar os brancos da galeria onde ia expor, por conta da pandemia de covid-19, a artista se propõe a registrar os brancos da própria casa/ateliê. Em tiras de papel que se assemelham aos catálogos de tinta para parede, a cor capturada é repetida várias vezes, em tons diferentes, conforme a quantidade de camadas de aquarela. Três tiras por dia, durante 100 dias.

fotografia. Juliana Brito

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